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O ano de 1987 a
Organização Internacional para Padronização (ISO) e a Comissão
Internacional de Eletrotécnica (IEC) definiram o Comitê Técnico em
Tecnologia da Informação (JTC1), que em 1989 iniciou o desenvolvimento
da ISO 12207, com o objetivo de suprir uma necessidade crítica nos
Processos do Ciclo de Vida do Software. Foi desenvolvida com a participação de
vários países, entre eles o Brasil e publicada em 1995, em versão
inicial.
A Norma NBR ISO/IEC 12207
- Processos do Ciclo de Vida do Software tem como principal objetivo
fornecer uma estrutura comum para que o adquirente, fornecedor,
desenvolvedor, mantenedor, operador, gerentes e técnicos envolvidos com
o desenvolvimento de software utilizem uma linguagem comum. Esta
linguagem comum é estabelecida na forma de processos bem definidos.
A estrutura da Norma foi
concebida de maneira a ser flexível, modular e adaptável às necessidades
de quem a utiliza. Para isto, ela está fundamentada em dois princípios
básicos: modularidade e responsabilidade. Modularidade, no sentido de
processos com mínimo acoplamento e máxima coesão. Responsabilidade, no
sentido de estabelecer um responsável único por cada processo,
facilitando a aplicação da Norma em projetos onde várias pessoas podem
estar legalmente envolvidas.
Conforme citado
anteriormente, a Norma é composta por um conjunto de processos,
atividades e tarefas que podem ser adaptados de acordo com os projetos
de software. Estes processos são classificados em três tipos:
fundamentais, de apoio e organizacionais, conforme ilustra a figura
abaixo. Os processos de apoio e organizacionais devem existir
independentemente da organização e do projeto que está sendo executado.
Os processos fundamentais são instanciados de acordo com a situação.

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