A aproximação clássica para a construção de agentes
é vê-los como um tipo particular de sistema baseado em conhecimento. Esse
paradigma é conhecido como IA Simbólica. A base na qual esse paradigma se
apóia é a hipótese de um sistema
físico-simbólico. Tal sistema é definido como um conjunto
fisicamente realizável de entidades físicas (símbolos), que podem ser
combinadas para formar estruturas e que é capaz de "rodar" processos que operam
sobre esses símbolos, de acordo com um conjunto de instruções
simbolicamente codificadas.
Definimos então, um agente deliberativo ou arquitetura de agente como sendo aquela
que contém um modelo simbólico do mundo, explicitamente representado, e
cujas decisões (ações) são tomadas via um raciocínio
lógico, baseado em casamento de padrões e manipulações
simbólicas.
Existem, entretanto, três problemas a serem resolvidos nesse tipo de arquitetura: