Aproximações Clássicas: Arquiteturas Deliberativas




A aproximação clássica para a construção de agentes é vê-los como um tipo particular de sistema baseado em conhecimento. Esse paradigma é conhecido como IA Simbólica. A base na qual esse paradigma se apóia é a hipótese de um sistema físico-simbólico. Tal sistema é definido como um conjunto fisicamente realizável de entidades físicas (símbolos), que podem ser combinadas para formar estruturas e que é capaz de "rodar" processos que operam sobre esses símbolos, de acordo com um conjunto de instruções simbolicamente codificadas.

Definimos então, um agente deliberativo ou arquitetura de agente como sendo aquela que contém um modelo simbólico do mundo, explicitamente representado, e cujas decisões (ações) são tomadas via um raciocínio lógico, baseado em casamento de padrões e manipulações simbólicas.

Existem, entretanto, três problemas a serem resolvidos nesse tipo de arquitetura:

  1. Tradução: Como traduzir o mundo real, através de uma descrição simbólica adequada e precisa, a tempo de ser útil?
  2. Representação: Como representar simbolicamente informações sobre entidades e processos complexos?
  3. Raciocínio: Como fazer os agentes raciocinarem com as informações a tempo dos resultados serem úteis?

Planejamento de Agentes:

É, em essência, programação automática: projetar o curso de uma ação que, quando executada, resulte na realização de um objetivo desejado.

Exemplos de Arquiteturas Deliberativas:




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